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É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer." (Camões) A análise do poema de uma aluna de 16 anos do ensino médio em Portugal foi a seguinte: "Ah Camões, Se vivesses hoje em dia Tomavas uns anti-piréticos Uns quantos analgésicos E Xanax ou Prozac para a depressão, Compravas um computador Consultavas as páginas da Internet E descobririas Que essas dores que sentias Esses calores que te abrasavam Essas mudanças de humor repentinas Esses desatinos sem nexo Não eram feridas de amor Mas somente falta de sexo..."
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